MUDANÇA DE SITE!!!!

Prezados colegas professores e amigos do blog Jornal do Professorado Paulista, para melhor visualização e um melhor desempenho estarei numa outra plataforma com domínio próprio onde será possível publicar arquivos de leis, bibliografias e materiais de estudos, bem como oferecer a todos um fórum de discussão. Aos poucos vamos adequando e importando nossos comentários para lá. Quando tiver tudo organizado passo o link, não podemos ficar sem discutir assuntos da educação, precisamos unir forças e atacar os inimigos da educação, independentemente de partidos políticos.

“Se os 17 mil integrantes da categoria L tivessem vindo para a praça lutar, o desfecho poderia ser outro”.

Esse seu discurso é nada mais que jogar a culpa nos professores categoria L
Bebel,
Mude seu discurso e assuma a responsabilidade do sindicato em fazer um comando de greve forte, para isso pagamos a entidade. E estão aí para salvaquardar nossos direitos,

Estamos indignado com tantas injustiças que há na educação de São Paulo.

Thânia: Uma Vice Diretora da Rede Pública de Ensino – discriminação é crime.

A servidora Thânia – que se diz efetiva da Rede Pública de Ensino do Estado de São Paulo – provou em seus comentários que se trata de uma
mulher preconceituosa. Como diretora de uma instituição de ensino, a servidora deveria rever seus conceitos. Abaixo estão alguns de seus comentários. A atitude dela em relação às respostas dadas; não se justifica.
As informações abaixo foram tiradas de um blog de relacionamento entre professores da rede estadual de ensino de São Paulo. A pessoa ofendida é o professor Sebastião Miguel, proprietário deste Site.

Objetivo desse quadro

Deixar claro que temos que lutar contra quaisquer formas de discriminação.

Lembrando que a mesma pessoa ainda não fora identificada.

1.Thania
Rodrigo
Querido realmente eu tenho meu cargo sou efetiva no Estado e na Prefeitura, graças a Deus.
Não fique indignado com que escrevo olhe você mesmo é verá quantas coisas estão nesse Blog que não tem nada haver, eu sou vice- diretora no estado e não tinha conhecimento desse Blog fiquei sabendo depois que uns 10 professores me ligaram me perguntando um monte de baboseiras colocadas aqui, eu mesma resolvi entre e conferir seria bem melhor que certas pessoas não escrevessem o que não sabem…!
1. Thania
Rodrigo
Realmente eu já fui iniciante minha vida nunca foi fácil querido acredito que a de ninguém seja, eu mesma estou questionando a falta de informação de certos professores, seria melhor todos aguarda a atribuição sem conflitos, isso só faz mal curti as ferias não tem só o estado pra dar aulas tantas escolas particulares aí precisando de professores jovens e inteligentes.
Rodrigo na escola que sou vice, realmente eu tinha 08 professores categoria “O” duas de classe e 06 de aulas, e na verdade foram os melhores professores que tive pois os outro só por Deus, então não se estresse com o estado procure outras formas de leciona, eu mesma antes de entra no estado trabalhei 05 anos na particular na rede dos adventistas, prefeitura eu conquistei em 2005 com a aprovação no concurso pois nem contrato eu conseguia, pense um pouco não fique só dependendo do estado viu bjo pra você e me desculpe se de alguma forma eu tenha sido grosseira com você…!
1. Thania
Sebastião Miguel
Nossa depois a grossa a insensível sou eu, vai se ferra meu, vai morre na praia…!
O estado que não tem espaço pra você ridículo vai procurar o que fazer, pelo seu lindo nome você deve volta pra sua terra deve ser la no norte…!

Voorwald: a reforma estava em estudo desde 2008

Secretaria da Educação do Estado de São Paulo passará por uma reforma administrativa, com criação de novas coordenadorias e cargos.

 

Segundo a pasta, a mudança visa a acabar com a sobreposição de tarefas, agilizar a implantação de novas medidas e manter os professores em sala de aula. Atualmente há 1,9 mil docentes deslocados para tarefas burocráticas, como realizar pregões e cuidar de finanças.

Ernesto Rodrigues/AEAgilidade. Voorwald quer menos burocracia nas escolas
O governo já tem prontos o decreto com as mudanças e um projeto de lei criando os novos cargos. O texto deve ser enviado à Assembleia Legislativa assim que terminar o recesso. “A reforma é fundamental para que as ações da secretaria cheguem à ponta de forma mais correta e menos burocrática”, afirmou o secretário de Educação, Herman Voorwald.

A estrutura atual, criada em 1979, segue uma lógica geográfica – há uma coordenadoria do interior e outra da Grande São Paulo. Com a reforma, elas serão extintas e substituídas por coordenadorias temáticas: pedagógica, de avaliação, infraestrutura, recursos humanos, orçamento e Escola de Formação de Professores.

“Agora, cada coordenadoria tratará de um assunto por inteiro”, explica Fernando Padula, chefe de gabinete. As 91 diretorias de ensino serão mantidas, mas ficarão focadas em implantar as ações pedagógicas. Um estudo da própria secretaria aponta que atividades burocráticas ocupam 70% do dia a dia das diretorias de ensino.

Para compor as diretorias, serão abertos concursos públicos para três novas funções: nutricionista, para acompanhar a qualidade das merendas; bibliotecário, para cuidar das salas de leitura; e técnico de apoio à gestão pública, função de nível médio.

A secretaria preconiza que reforma vai deixar supervisores e diretores de escolas mais livres para realizar suas funções principais. “Primeiro temos de dar condições para que cumpram seus papéis, para então cobrar que o façam”, disse Padula.

A pasta calcula que, apesar dos novos órgãos e cargos, a mudança economizará R$ 26 milhões ao ano quando estiver completamente implantada – está previsto um período de transição.

Voorwald faz questão de ressaltar que o modelo não foi uma invenção sua – a reforma estava em estudo desde 2008. Também garante que a mudança é consensual e conversou sobre o tema com todas as entidades de classe em sua primeira semana no cargo.

Nosso emprego de cada dia

Governo de SP suspende ‘quarentena’ de 16 mil professores temporários.

Para evitar vínculo empregatício, docentes voltariam a dar aulas na rede estadual apenas no ano que vem, mas medida aprovada por José Serra em 2009 foi suspensa às vésperas do início do ano letivo, para evitar carência de professores nas escolas
27 de janeiro de 2011 | 0h 00
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Luciana Alvarez – O Estado de S.Paulo
Às vésperas do início do ano letivo, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo suspendeu a chamada “quarentena” de 16 mil professores temporários, que haviam sido excluídos da sala de aula durante o ano de 2011. Para evitar a falta de professores, a pasta está dando uma nova interpretação a uma lei que rege o funcionalismo público. Os docentes, porém, não foram notificados da medida.

Aprovada na gestão do governador José Serra (PSDB) em 2009, a chamada lei da quarentena determina que funcionários sem concurso não podem ser contratados por dois anos seguidos pelo Estado, para não criar vínculo empregatício. Mas, como não há professores concursados em número suficiente para atender a demanda, a rede estadual depende em grande parte dos temporários.

A Secretaria da Educação informou ontem que, por orientação de sua assessoria jurídica, interpretou a lei de forma que a quarentena só passará a valer em 2012. Para evitar o problema de falta de professores dentro de um ano, a pasta informou também que propôs uma alteração na lei.

O texto da emenda está em trâmite na Assembleia Legislativa desde o fim de 2010, mas não foi votado a tempo de entrar em vigor antes do início deste ano letivo – a assembleia só volta do recesso no dia 1.º de fevereiro. No projeto, a secretaria admite ter detectado que a lei provocou “problemas” na rede.

O processo de atribuição de aulas, quando os professores ficam sabendo em que escolas e quantas aulas vão dar, começa no dia 31 e vai até o dia 7 de fevereiro. As aulas na rede se iniciam no dia 10 de fevereiro.

Os professores temporários, no entanto, continuam sem saber que estão aptos a voltar às escolas estaduais este ano. “Dei aulas na rede estadual no ano passado, mas agora só posso voltar em 2012. Minha exclusão foi publicada no Diário Oficial no início deste mês”, conta André Christian Dalpicolo, professor de matemática e filosofia.

Na mesma situação, o professor Israel Alves Menezes se diz desiludido com o magistério. “Com a precariedade da rede já estava difícil encontrar professores de algumas disciplinas. Eu mesmo, como não vou poder dar aulas neste ano, vou aproveitar para fazer um curso e mudar de carreira.”

Justiça. Às vésperas do início do ano letivo, a secretaria enfrenta também problemas com a efetivação dos 9 mil docentes aprovados no último concurso público. A nomeação está suspensa por uma liminar concedida à Apeoesp; o governo teria descumprido uma parte do edital.

A secretaria diz que só vai se manifestar sobre o tema após decisão final do juiz.

Docentes na rede estadual

115.910 efetivos por concurso público

73.927 não concursados, mas com direito a estabilidade

28.700 temporários sem estabilidade



A escola Pública Merece Respeito

Observe a indignação de um pai de aluno matriculado em escola particular do estado de São Paulo. Notícia UOL.

Professor. Sebastião Miguel

“Infelizmente não posso pagar escola particular para o meu filho. Ele estuda em Colégio Público. Se todos os pais de um bom poder aquisitivo evitassem colocar seus filhos em escolas particulares e se juntassem a nós para protestar e exigir do Governo uma Escola Pública decente e de alto nível, aliás que é a OBRIGAÇÃO dele fazer, nossas forças seriam somadas e com certeza a situação da Educação no Brasil seria bem diferente do que é hoje. Isso também se aplica aos Planos de Saúde, Segurança, etc.”

O cidadão acima tem toda razão. As instituições privadas se mantêm em forte crescimento devido o mau desempenho da escola pública. Ele coloca a culpa no governo que não investe na educação para que esta possa ter um ensino de qualidade. Somente a sociedade é capaz de mudar a realidade de um sistema falido.
Uma escola de alto Nível como bem mencionou o cidadão; é o espaço que todos nós queremos para colocar nossos filhos.
Este espaço que é um dos pontos de encontro de jovens de todas as idades, no mínimo deveria oferecer segurança e lazer – itens que faltam nas instituições públicas de todo país, principalmente em São Paulo – sendo a maior cidade da América latina.
Realmente o Governo tem a obrigação de oferecer um estudo de qualidade para nossos filhos, tem a obrigação de prestar contas à população e, acima de tudo, ser mais investigativo em relação à pasta da educação – colocando pessoal competente para dirigir a secretaria da educação e por fim investir em segurança; a fim de evitar que os alunos possam se envolver com drogas e outros elementos maléficos à sua formação.

Professor categoria “S” eventual permanente abrangido pela LC1010/07

Porf. Sebastião Miguel Oliveira filho
O professor que está regulamentado pela LC1010/07 adquiriu estabilidade com a criação da SPREV- LC1012/07.
A classe de professores foi dividade em sub categorias : P, N, F, S, L, I, O, V.
Cada uma delas possui características diferentes – o que importa aqui é a categoria “S” que apesar de estar abrangida pela LC1010/07 não tem direito as doze aulas que o professor categoria “F” tem.
Um professor estar com portaria nessa categoria ativa – pode eventuar até passar em um concurso público; mas não lhe dá direitos de ter aulas atribuídas. Esse mesmo professor que em julho de 2007 não estava com aulas atribuídas, passou a ser pertencente a categoria “L” que embora possa lecionar e comparar sua situação ao “F”não lhe será assegurada a estabilidade, uma vez que no final do corrente ano perde seu vínculo, permanecendo apenas com “S”.
Para fins previdenciários um professor que tem categoria “S” ativa e “L” ativa, um ano ele contribui para o INSS – outro ano ele contribui para a SPPREV.
Um absurdo que o secretário e governo criou e terá que resolver essa situação. Um professor não poderá contribuir para dois órgãos.
Acredita-se que o professor que esteja nessa situação categoria “S” e categoria “L” poss se tornar estável também. Pois a LC1010/07 dá essa garantia.